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PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DE ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS COM PROJETOS VOLTADOS PARA A INFÂNCIA




O artigo de Aline da Costa Cortes e Lenize Villaça Cardoso, publicado pelo http://observatoriodaimprensa.com.br/, acessível para baixar  aquitem como objetivo discutir questões diretamente ligadas ao registro audiovisual e seus desdobramentos: recurso como memória institucional da organização, utilização de conteúdo para processos de formação, divulgação das ações para a sociedade e mobilização da comunidade local. 

O texto também busca entender a importância da produção audiovisual para organizações não governamentais com projetos voltados para a infância, a partir de entrevistas com profissionais: CENPEC (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária),  Instituto Alana e Cala-boca já morreu. Também procura fazer a análise de vídeos produzidos por estas organizações, disponíveis no Youtube.

A participação do Cala-boca já morreu se deu pelas palavras de Mariana Manfredi

As autoras afirmam que ao final da pesquisa foi possível entender, entre outras questões, quais são os processos da produção audiovisual, qual o envolvimento dos públicos ligados à organização, como é realizada a divulgação do material produzido e quais têm sido os resultados e desdobramentos da produção.

Ciência em prol de ambientes sustentáveis




Mariana Manfredi participou do encontro da Rede de Ecomunicadores do Pantanal e Serra da Bodoquena, do Projeto ParaTudo, Foram três dias de atividades e integração entre as cinco cidades envolvidas: Bodoquena, Bonito, Corumba, Miranda e Porto Murtinho!

Mariana foi responsável pela formação em Educomunicação, como você pode ver neste link

Dia de aprender jogos de outras culturas







11 de abril, Gustavo De Lucca, mais uma vez, passa a tarde ensinando jogos que gosta e que coleciona há muito tempo.












Regras e mais regras e de diversão de montão no quintal!



Cala-boca já morreu na REJUMA - Rede Juventude e Meio Ambiente



Para Isis Lima Soares,17, e Mariana Manfredi, 17, o importante é entender que fazer um projeto de educação ambiental não é só implantar cestos coloridos de coleta seletiva.

"Muitas vezes, a escola separa o lixo e a prefeitura mistura tudo na coleta", diz Isis. Mas existem várias e pequenas coisas que todos podem fazer para transformar e melhorar a sua própria realidade.

"Estamos procurando estabelecer uma agenda comum, respeitando as diversidades. Também queremos fazer com que a rede fique mais democrática, para que mesmo quem não tenha internet possa participar", afirmou Mariana.

Leia na íntegra aqui

"Família que tem filhos devia morar no 1º andar. Assim, se as crianças caíssem, elas não se machucariam"



O título deste post é um dos comentários de um programa de rádio, produzido com um grupo de crianças de 8 a 11 anos, sobre saúde, educação, lazer, segurança, transporte e moradia em Parada de Taipas, zona norte de São Paulo.


A ação, idealizadas pelo Projeto Cala-boca já morreu para o  “Jaê – criando a São Paulo que a gente quer”, é um dos projetos selecionados pelo edital Redes e Ruas, das Secretarias da Cultura, Direitos Humanos e Serviços, da Prefeitura de São Paulo, em 2015.

O programa na íntegra você ouve aqui.