Cala-boca já morreu apresenta programa ao vivo na Rádio Software Livre

Nos dias 26 e 27 de julho, das 17h às 18h, o Projeto Cala-boca já morreu apresenta um programa ao vivo na Rádio Software Livre, diretamente do 13º FISL. O evento acontece em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e é considerado o mais significativo encontro de comunidades de software livre e cultura na América Latina.

O programa ao vivo é fruto de produção coletiva de comunicação, na perspectiva da educomunicação, e está sendo produzido por um grupo de 20 adolescentes do Projeto Cala-boca já morreu e do Projeto Rede Livre Mário Quintana, do Centro Social Marista.

Ouça agora a Rádio Software Livre e participe da nossa programação.

Grácia Lopes Lima palestra no 13º Fórum Internacional de Software Livre

Grácia Lopes Lima, coordenadora do Projeto Cala-boca já morreu e do Instituto GENS de Educação e Cultura, foi convidada pelo 13º Fórum Internacional de Software Livre para apresentar uma palestra sobre o trabalho que realiza nas áreas de educação e tecnologia.

A apresentação, que tratou do tema Educomunicação, software livre e formação para a autonomia, reuniu aproximadamente 80 pessoas, e gerou inquietações na plateia, especialmente em relação ao papel exercido pelos meios de comunicação no Brasil, a função da escola e da família na formação de pessoas e as diferentes vertentes de educomunicação, que apontam para princípios e práticas muito diferentes entre si.

Os slides utilizados por Grácia estão disponíveis aqui, e licenciados em creative commons, ou seja, podem ser utilizados por terceiros, desde que para fins não comerciais e que seja citada a fonte original.



Oficinas permanentes na Casa Cala-boca já morreu

Todo sábado, das 14h às 18h, acontece os encontros do grupo de crianças e adolescentes do Projeto Cala-boca já morreu. O objetivo é, além de produzir e apresentar um programa inteiramente feito por eles, através da Rádio Cala-boca já morreu, conversar sobre as atividades do projeto, dar os informes sobre os últimos acontecimentos, compartilhar as ações que estão pra acontecer, além de comer junto e brincar. Segue, abaixo, o relato da reunião de produção do último sábado, dia 21 de julho, redigido pelo Tiago Luna:

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Reunião do grupo de crianças e adolescentes - Projeto Cala-boca já morreu
21 de julho de 2012

Participantes:
Isis, Tiago, Mariana Manfredi, Bruna, Mylena, Fabrício, Bárbara, Jacqueline, Laura, Guilherme, Laúcia, Sofia,
César, Mariana Kz, Donizete, Jefferson

Pauta:
1 - Salesópolis
2- Novidade
3- Encontrão
4- FISL

Síntese das conversas:

1) Salesópolis:
No dia 22 de julho, domingo, vamos visitar o município de Salesópolis, onde nasce o Rio Tietê, junto com o Projeto Rádio Ambiente 21. A ideia é conhecer o lugar, pensar em um roteiro para produzir um programa de rádio, visitar o parque das nascentes, comer e andar junto com pessoal das unidades do SESC. Quem for precisa levar as autorizações assinadas pelos pais, e também o documento original. Vamos fazer trilha, provavelmente em lugar frio, então é importante ir com roupa confortável e quentinha, além de levar um caderno para anotar.

2) Novidade:
A Bruna estudava com a Bárbara e a Milena, e as duas resolveram trazê-la para conhecer o projeto. Ela gosta de comunicação e por isso se interessou em nos visitar. A Bruna sabe fazer rocambole. Bem vinda, Bruna!

3) Encontrão:
Sábado passado foi o terceiro encontrão do projeto Rádio Ambiente 21. Um dos momentos da programação foi de adensamento conceitual, que desta vez tratou do tema Comunicação Social no Brasil, com o Donizete Soares. Depois disso nos dividimos para fazer uma chuva de ideias sobre como a gente quer que seja o Encontro de Juventude e Meio Ambiente (que será inteiramente organizado pelos 80 adolescentes e jovens envolvidos no projeto), e depois fizemos Grupos de Trabalho para preparar o encontro. Estamos usando bastante o facebook para conversar sobre o evento. A Laúcia, que não poder participar do 3º Encontrão, decidiu participar do GT de Cobertura. Abaixo temos algumas das impressões do grupo sobre o evento:
Bárbara - foi bem produtivo. Ficou pensando que a gente podia ter falado com o Donizete ante, para fazer o programa sobre direito a comunicação na Rádio Cala-boca já Morreu, no mês de abril. Sobre organizar o evento, mesmo divido em bastante GTs, é bem difícil, porque são muitas ideias.
Guilherme - a fala do Donizete faz a gente pensar bastante. O trabalho nos grupinhos foi meio parado no começo, mas depois andou.
Mylena - as pessoas nos grupinhos ficaram falando muito de comida. A Mylena comeu batata frita com rostinho feliz pela primeira vez.
Fabrício - no grupinho, as pessoas quiseram falar mais sobre música. Mas em geral, as pessoas ficaram meio quietas. 

O FISL é um encontro de pessoas que estão envolvidas ou querem se envolver com o tema software livre. O evento é organizado pelo Projeto Software Livre Brasil e pela Associação Software Livre.Org, e está em sua 13ª edição.
A Mariana Manfredi e a Isis fizeram a articulação com o Felipe Santos, do Polo de Formação Tecnológica Marista, para viabilizar a ida dos participantes do Cala-boca já morreu, já que eles estão iniciando um projeto de rádio com adolescentes, e gostariam de trocar experiências. Já que recebemos o pagamento do Projeto Rádio Ambiente 21, o grupo decidiu que seria um bom investimento bancar a viagem dos participantes, por se tratar de uma oportunidade muito interessante. 

O critério para definir quais participantes iriam para o Rio Grande do Sul foi envolvimento com as atividades do Cala-boca já morreu, e também tranquilidade para produzir comunicação em rádio, além de ter condições de apresentar o projeto para qualquer pessoa. Assim, foi decidido que irão Laúcia, Sofia, Guilherme, Bárbara, Mariana e Fabrício. O grupo apresentará programas ao vivo nos dias 26 e 27, na Rádio Software Livre, mas o horário ainda não está definido.

O Felipe também conheceu a Grácia em Recife, em um outro evento, e a convidou para dar uma palestra sobre o Cala-boca já morreu e Educomunicação no FISL. Então ela também estará com quem vai a Porto Alegre. :)


Confira algumas fotos dos encontros do grupo na Casa! :)

 

Balaio Ameríndio é tema de reportagem do Jornal Brasil Atual

No último dia 21 de julho aconteceu, na Casa Cala-boca já morreu, o Balaio Ameríndio, uma das atividades do Curso de Formação em Educação e Comunicação na América Latina, promovido pelo Instituto GENS de Educação e Cultura.

Na ocasião foi realizada uma coletiva de imprensa sobre a crise política no Paraguai, que contou com a presença da jornalista Marilu Cabañas, do Brasil Atual, e de Mario Ramão Villalva Filho, da Universidade Federal da Integração Latino Americana.

Escute a reportagem produzida por Marilu Cabañas sobre o Balaio Ameríndio, ou acesse o conteúdo na íntegra clicando aqui:

Ida a Salesópolis

Lá fomos nós a Salesópolis, conhecer as nascentes do rio mais importante de nossa cidade, o rio Tietê.

O SESC São Paulo junto com Projeto Cala-boca já morreu, corresponsáveis pelo Projeto Rádio Ambiente 21, tendo como proposta compreender as questões ambientais na perspectiva da produção coletiva de rádio, organizou mais uma atividade de grande importância para reflexão e compreensão sobre o tema. Eu e meu irmão participamos do Cala-boca já morreu, e eu participo também da Rádio Ambiente 21.  Através desse projeto tive a oportunidade de ir ao Rio de Janeiro por ocasião da Rio+20. Tem sido um grande aprendizado.

Ontem, domingo, 22 de julho, nós, integrantes das quatro unidades do SESC participantes da Rádio Ambiente 21 mais todos do Cala-boca já morreu acordamos cedo para conhecermos Salesópolis do ponto de vista ambiental, pensando em programas de rádio. Embarcamos no SESC Consolação. No caminho vimos muitas paisagens bonitas. Foi bem legal viajar com o pessoal.

Lá, conhecemos nossa guia, a Josy. Nossa primeira parada foi no Parque das Nascentes, fizemos uma pequena trilha e conhecemos a principal das quatro nascentes (além do Rio Tietê, tem outros rios que nascem ali). Josy ia contando várias histórias e curiosidades pra gente. Uma delas é que antigamente uma senhora chamada Terezinha era dona da chácara onde ficam as nascentes e que, desde pequena, ela teve sua propriedade visitada por pesquisadores ambientais, inclusive a filha do Monteiro Lobato. Essa senhora foi desapropriada de sua residência para a preservação do lugar e instalação de pequenos museus.

Elke, guia de outro grupo, nos mostrou que em algumas árvores aparecem manchas vermelhas que são capazes de mostrar os níveis de poluição do ar - quanto mais vermelho, mais limpo; quanto mais escuro mais poluído.

Foi uma boa sensação beber água direto da fonte, canalizada, claro, porque imagina se todos os visitantes pegassem água direto na fonte e a poluissem? Almoçamos no restaurante Senzala, foi bem legal. O lugar é bem rústico, lindo. Depois do almoço visitamos o gerador de energia que abastece uma parte da cidade. Durante o passeio, no fundo do ônibus, ficamos brincado de "qual é a música?".

Foi uma experiência rica. A nascente é bem "pequenininha", são quatro fontes pequenas que se encontram e resultam  no enorme rio que conhecemos. A natureza é maravilhosa e nós homens precisamos nos conscientizar para podermos valorizá-la.

Para saber mais: clique aqui!

Bárbara Miranda, 15 anos e Fabrício Miranda, 12 anos

Balaio Ameríndio na Casa Cala-boca já morreu

Programa de rádio ao vivo + comida feita na hora + música de qualidade + coletiva sobre a situação atual do Paraguai = envolvimento com nossa América

CBJM no Fórum Internacional de software livre

Hoje, dia 17 de julho, tivemos uma reunião preparatória do Fórum Internacional de Software Livre na casa do CBJM. Este é o primeiro evento que o Projeto Cala - boca já Morreu consegue bancar a ida de 7 participantes  para um evento deste porte, EBA! Junto comigo vão: Bárbara de 15 anos, Fabrício de 12 anos, Maryana de 13 anos, Mylena de 14 anos, Laúcia de 14 anos e Guilherme de 16 anos. Teremos como responsáveis a Isis, a Mariana Manfredi e César, todos do projeto CBJM.
  
O evento ocorrerá de 25 a 28 de julho em Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul. O nosso objetivo é fazer a cobertura do evento, que vai discutir sobre software livre, além de produzir dois programas de rádio com jovens gaúchos que nunca fizeram uma produção de rádio Ao vivo.

Acho que vai ser muuuito legal!

Sofia, 11 anos

21 de julho é dia de Balaio Ameríndio na Casa Cala-boca já morreu

A 9ª edição do Balaio Ameríndio, uma realização do Instituto GENS de Educação e Cultura, acontece no dia 21 de julho, das 14 às 23h, na Casa Cala-boca já morreu. O Balaio Ameríndio é uma atividade cultural de sensibilização e valorização dos povos nativos e habitantes do continente americano. 

O Balaio é uma das ações do ECAL – Curso de Formação em Educação e Comunicação na América Latina, que tem como objetivo contribuir para o conhecimento e o debate sobre as questões que sustentam os modos como vemos e tratamos a nós mesmos como nativos e/ou habitantes do continente americano. O evento é destinado a apresentações de indivíduos e grupos especialmente envolvidos em ações culturais que resgatam as culturas tradicionais do continente americano.

Nesta próxima edição haverá feira solidária e prática de comércio justo, onde as pessoas podem fazer trocas de objetos; música italiana típica dos imigrantes do início do século 20; show de harpa; debate sobre a situação do Paraguai, entre outras atividades.


A entrada é franca


Texto de Graciela, publicada na RETS - Revista do Terceiro Setor


Diário de bordo!


O Projeto Cala-boca já morreu é corresponsável pelo Projeto Rádio Ambiente 21, em parceria com o SESC São Paulo. O objetivo da proposta é compreender as questões ambientais em sua dimensão socioambiental a partir da produção coletiva de rádio, nas unidades Consolação, Interlagos, Pompeia e Santo André.

O Projeto tem duração de seis meses, e prevê, além de oficinas de rádio, na perspectiva da educomunicação, a organização de um evento de juventude e meio ambiente, organizado pelos 80 participantes, e a cobertura radiofônica da Cúpula dos Povos, que aconteceu no Rio de Janeiro, em junho de 2012. Essa última contou com a participação de 15 adolescentes (sendo 3 de cada unidade, e 3 do Projeto Cala-boca já morreu), que apresentaram, ao vivo, programas na Rádio Cúpula dos Povos (a íntegra dos programas está disponível aqui). 
O relato abaixo é de Bárbara Miranda, 15 anos, que junto com Sofia Soares, 10, e Guilherme Silva, 16, representaram o Projeto Cala-boca já morreu na cobertura da RIO+20.


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Quarta-feira, 20 de junho de 2012
Um dia inesquecível! Saí pela primeira vez do estado de São Paulo. Mal consegui dormir, os nervos estavam à flor da pele, a ansiedade crescia a cada minuto. Junto com um pessoal que eu já havia conhecido nos Encontrões do Projeto Rádio Ambiente 21, fui pro Rio de Janeiro fazer a cobertura de um grande evento: a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. Foram longas horas de viagem... Já perto do nosso destino, paramos para pegar a Cláudia, nossa guia carioca! Chegamos, conhecemos nossos quartos no SESC Copacabana e depois andamos pela Avenida Atlântica, sentido Forte de Copacabana. Estava programado para vermos a exposição Humanidade 2012, da artista Bia Lessa, mas a fila estava enorme!!! Voltamos para o hotel com os pés na areia. No hotel, fizemos uma rápida reunião e decidimos que quem quisesse podia ir à praia no dia seguinte das 7h às 8h, já que às 9h sairíamos para a Cúpula dos Povos.

Quinta-feira, 21 de junho de 2012
Acordamos cedo! Eu, Sofia, Isis e Pamela, particularmente, mais cedo que todos: fomos à praia! Corajosas... O dia não estava nem um pouco ensolarado, mas mesmo assim eu e a Sofia demos um mergulho de meia hora, pra dar tempo de tomar café. Nos encontramos numa sala do SESC para lembrarmos onde a gente ia: Cúpula dos Povos,  no Aterro do Flamengo. O que faríamos lá: conhecer o espaço e colher materiais para o programa.
Lá fomos nós. A Cúpula dos povos estava cheia! Nos dividimos em pequenos grupos. Andamos bastante, observamos, fizemos entrevistas em áudio e em vídeo, tiramos fotos, fizemos reflexões... Antes de ir pro almoço dei uma molhadinha nos pés na Praia do Aterro do Flamengo. Almoçamos num restaurante bem legal, lá no bairro do Catete. Depois de trabalhar bastante durante a manhã, fomos passear de bondinho! No caminho, a Cláudia ia contando a história de várias coisas que a gente via. O teleférico vai do Morro da Urca até o Pão de Açúcar. O dia estava nublado. Do Morro da Urca conseguimos apreciar a linda paisagem do Rio. Já do Pão de Açúcar, que é mais alto, não enxergamos nada! Me senti dentro das nuvens, literalmente! Uma pena, já que dizem que a vista é maravilhosa; Mas... fomos compensados com um domingo de sol no Corcovado! Mas disso eu falo mais pra frente. Voltamos pro hotel, fizemos a reunião, e fomos trabalhar! Cada grupo foi organizar o roteiro do bloco para o programa de rádio e editar as entrevistas para entrarem no ar.

Sexta-feira, 22 de junho
Sexta nem deu pra ir à praia. Fomos cedinho à Cúpula, para nos familiarizarmos com o espaço da rádio e amarrar os roteiros de cada bloco do programa. Entramos nos ar! Foi muito bom fazer rádio com uma galera olhando a gente do lado de fora, prestando atenção no que tínhamos a dizer! Depois do programa, fizemos uma grande roda, escutamos as considerações de cada um, e combinamos que cada grupinho se aprofundaria mais em um tema pro programa de sábado. Foram vários temas diferentes: uma galera foi entrevistar o pessoal que estava acampado num Campus da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro); um dos grupos entrevistou indígenas, e o outro foi procurar saber mais sobre fábricas que funcionam sem patrão. Eu, Guilherme, Sofia e Isis, tivemos uma tarde diferente. Nós quatro tínhamos credenciais reservadas para o evento oficial da Rio+20, a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável. A gente almoçou no Catete e pegou um táxi até a Barra da Tijuca, onde fica o Riocentro (o lugar lembra o espaço do Anhembi, em São Paulo). Atravessamos a cidade e chegamos ao nosso destino. Na entrada, um guarda nos disse que as credenciais só podiam ser retiradas até às 15h. Já eram 16h. Deu aquele apertinho no peito... Para não perdermos a viagem, entrevistamos o João Felipe Scarpelini, que trabalha na ONU com jovens e crianças! Aliás, foi ele que reservou nossas credenciais. Fizemos uma entrevista em áudio para usarmos no programa do sábado. Encontramos a turma e depois do jantar fizemos mais uma reunião. Refletimos sobre as atividades do dia, o que foi bom, o que não foi, e o que poderia ser melhorado... Cada um em seu grupo de pesquisa, foi editar os materiais colhidos naquela tarde e terminar o roteiro do próximo programa. Fomos dormir bem tarde, mas com a sensação de tarefa cumprida.


Sábado, 23 de junho de 2012
Quando chegamos na Cúpula, tivemos um tempo livre para passear por lá, mandei até um cartão postal pra minha mãe :) Entramos no ar, e foi um sucesso! Conseguimos desenrolar um programa bem legal que você pode ouvir clicando aqui!  (nesse link tem o programa da sexta-feira e sábado!).

A Cúpula já estava quase toda estava desmontada ao meio-dia. `A tarde fomos à praia e `a noite passeamos por uma feirinha de artesanato em Copacabana. Nos reunimos, como em todas as noites, e fizemos o combinado do próximo dia.


Domingo, 24 de junho de 2012
Fomos visitar o Cristo! Dia lindo de sol! Vista maravilhosa! Tiramos muitas fotos e na volta, tinha um grupo de samba no trenzinho do Corcovado, foi bem animado! Depois do almoço fomos pro centro da cidade, lugar onde a Cláudia, a guia, contou um monte de história legal. Cada prédio trazia junto uma curiosidade... Visitamos também o CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil), que estava com exposições bem legais! Depois visitamos a Lapa, tiramos fotos dos Arcos e da Escadaria Selarón, linda! Cansados, descansamos no hotel.


Segunda-feira, 25 de junho de 2012
Segunda, dia de trabalho pra muita gente, mais nós estávamos lá. No Rio de Janeiro, com um céu azul lindo, na praia de Copacabana, vida boa... Mas que acabou no mesmo dia. Às 10h voltamos para o hotel, arrumamos as malas e fomos almoçar. Depois, tchau, Rio!!! No ônibus, uns escreviam textos, outros faziam entrevistas, e alguns terminavam materiais que colhemos por lá. 


Estou com muita saudade do Rio de Janeiro! Saudade das pessoas que foram comigo também! Foi uma experiência incrível, uma oportunidade que nunca imaginei que pudesse chegar até mim. Acredito que não só pra mim, mais todos os outros 14 jovens que viajaram comigo, que devem ter aprendido bastante e visto coisas que, se não fosse esse projeto, nunca veriam. 


Obrigada ao Projeto Cala-boca já morreu e também ao SESC São Paulo.
Bárbara Miranda, 15 anos