Curso de formação em Educomunicação - Módulo rádio - janeiro de 2011




Realizado pelo Instituto GENS e Projeto Cala-boca já morreu, o curso de Formação em Educomunicação - Módulo Rádio - com duração de 40 horas, proporciona a vivência de um conceito de Educomunicação construído ao longo da experiência de 15 anos das duas instituições.

O curso possibilita aos participantes

  • reconhecer os conceitos de Educação e Comunicação presentes nas produções coletivas de rádio dos próprios participantes durante o curso.

  • compreender o papel do mediador nos processos de produção coletiva de rádio, na perspectiva da Educomunicação

  • entender as bases teóricas da Metodologia Cala-boca já morreu vivenciada no decorrer do curso

  • vislumbrar possibilidades de implementação de Projetos de rádio na escola e espaços não formais de educação

Conteúdos

Conceitos de Educação e de Comunicação embutidos na concepção de Educomunicação

A importância do grupo em produções de rádio, na perspectiva da Educomunicação.

Abordagem antroplógica da oralidade – matéria prima do rádio

Estrutura de programa de rádio

Política de concessão de rádio no Brasil

Gêneros radiofônicos

Articulações e parcerias

Papel do mediador nas produções coletivas de rádio, na perspectiva da Educomunicação

Programas e Projetos

Pré-edição, edição e finalização de produções coletivas de comunicação, na perspectiva da Educomunicação

Coordenação

Donizete Soares – Professor de Filosofia, fundador e diretor do Instituto GENS de Educação e Cultura, diretor de relações institucionais do Projeto Cala-boca já morreu

Grácia Lopes Lima – doutora em Educação pela FEUSP, fundadora e coordenadora do Instituto GENS de Educação e Cultura e do Projeto Cala-boca já morreu

Passeio ao parque do Ibirapuera.
Um grupo de meninas e um menino, num passeio simples. Mas descobrindo coisas novas.


Ensaios do Coral Acalanto

O Coral Acalanto é uma das atividades do CCI - Centro de Convivência da Terceira Idade Benedito Vital de Figueiredo.
Aberto a pessoas de todas as idades, os encontros acontecem durante as tardes de quinta-feira.

Acompanhe os ensaios

Primavera


Como é grande o meu amor por você

Oficina de vídeo no CEU Jaguaré/São Paulo



O Cala-boca já morreu dá início à formação de mais um grupo de crianças de 7 a 12 anos, desta vez no CEU Jaguaré.
A condução do trabalho está a cargo do Jefferson e conta com o apoio do GENS

4º Seminário de Educomunicação GENS e Cala-boca já morreu

Dando continuidade às questões ligadas ao direito de todos à comunicação, no próximo dia 11 de dezembro, Maria Lúcia Martuscelli Beger – assistente social, Mestrado e Doutorado na área de Promoção da Saúde e Envelhecimento, pela Faculdade de Saúde Pública da USP estará conosco para tratar de Memória e Envelhecimento.

Na sequência, ouviremos o relato de Marta Kawamura, produtora audiovisual, coordenadora do Projeto de Educomunicação com mulheres idosas, pela Magma Filmes, de São Carlos/ SP.

  • Transmissão ao vivo pela internet - 15 às 18 horas


3º Seminário de Educomunicação

No dia 20 de novembro, na casa Cala-boca já morreu, a partir das 14 horas, sob coordenação de Donizete Soares, vamos tratar de mais um tema de interesse para o aprofundamento teórico sobre Educomunicação.

Desta vez, estará conosco, a Professora Drª Teresa Melo, docente da UFScar, campus Sorocaba, tratando do conceito de grupo em Educomunicação.

Cala-boca já morreu participa do Seminário Nacional Ensino Médio Inovador

A convite do MEC e do SESC assumimos a criação e desenvolvimento da programação dedicada aos 115 estudantes selecionados para o Seminário Nacional Ensino Médio Inovador, durante o período de 8 a 11 de novembro de 2010, no SESC Bertioga/SP.

As atividades incluiram momentos conceituais sobre aspectos do Programa Ensino Médio Inovador, produção coletiva de comunicação em forma de vídeo e blog, na perspectiva da Educomunicação.

A escolha dessas ações pautou-se na necessidade de os jovens vivenciarem processos interdisciplinares de gêneros e suportes textuais próprios da cultura digital, visando contribuir para o desenvolvimento de conhecimentos, saberes e competências no contexto das práticas sociais vigentes, como propõe a nova organização curricular do referido programa.

Para saber mais e mandar seus comentários acesse o blog de cobertura do evento.

3ª idade no Cala-boca já morreu - Oficina de Memória

Sob coordenação da gerontóloga Maria Lúcia Beger, 17 pessoas acima de 50 a nos retomaram seus encontros semanais.

Todas as sextas-feiras, das 10 ao meio-dia, o grupo se reúne para entender mais sobre o funcionamento do cérebro e, especialmente, para realizar exercícios de ativação da memória.


3ª idade no Cala-boca já morreu: ensaio de coral

Sob regência de Ana Bela, a Belíssima, o Coral Acalanto, formado por pessoas acima de 50 anos, retomou seus ensaios na mesma casa em que estão desde a década de 1980, hoje compartilhada com o Projeto Cala-boca já morreu.
Os encontros acontecem às quintas-feiras, das 14 às 16 horas.

2º Seminário de Educomunicação

Em parceria com o GENS, o Cala-boca já morreu, no dia 2 de outubro de 2010, contou com a participação do Prof Marcos Ferreira Santos, tratando das relações entre Antropologia e Educomunicação e o Prof Adriano Monteiro de Castro, apresentando a Educomunicação no Curso de Licenciatura da Universidade Mackenzie.

Aniversário de 15 anos do Cala-boca já morreu

Dia 20 de agosto de 2010, como parte das atividades de aniversário do Projeto Cala-boca já morreu, reunimos antigos e novos integrantes numa festa que teve apresentação de teatro das crianças, bolo de chocolate, muita conversa e alegria.

Começo de reforma da casa nova

Como já dissemos, estamos compartilhando o mesmo espaço do CCI- Centro de Convivência do Idoso, e assumimos, para começar, cuidar dessa pequena casa-belezinha, aqui na Av Henrique Schaumann, Pinheiros.


Telhado, umidade nas paredes da sala inferior, pintura...



Detalhes da reforma

Primeiro Seminário de Educomunicação

Cala-boca já morreu de casa nova

Desde o mês de julho de 2010, o Projeto Cala-boca já morreu assumiu a responsabilidade pela administração da casa localizada na Rua Henrique Schaumann, 125 - Pinheiros, São Paulo/SP, um dos imóveis da Prefeitura de São Paulo, até então, de uso exclusivo do CCI - Centro de Convivência do Idoso, sob coordenação de Regina Castello Branco.

Estamos juntos, a partir de agora. Dentre as atividades oferecidas nesse espaço, continuam os ensaios do Coral Acalanto, a Oficina de memória, os momentos de carteado.

Nas fotos abaixo vemos o momento de celebração dessa nova fase.

Gravação para a TV Brasil


















Para realizar essa gravação, tivemos vários encontros.

• No primeiro conversamos sobre a entrevista que a TV Brasil gostaria de gravar conosco para o Programa Sustentáculos. Explicamos que a produção do programa já havia entrevistado a Isis, o Jefferson, a Mariana Kz e a Mariana Manfredi - alguns dos participantes mais antigos do Projeto e que agora, gostaria de gravar o processo de produção de um vídeo feito por um grupo de crianças, ou seja, como de fato o Cala-boca já morreu produz comunicação.

As meninas e o menino Gilvan gostaram da ideia. E como já vínhamos há um tempo trabalhando uma série de vídeos sobre parques, o grupo decidiu que fariam um outro vídeo sobre o mesmo tema.

Nesse encontro, mediado pela Mariana Manfredi e por mim, Lúcia, tratamos, então de pensar sobre como seria esse vídeo:
- O que cada um gostaria de falar e mostrar sobre o Parque da Aclimação?
- Onde seriam gravadas as cenas?

Mesmo sabendo que o parque é MUITO grande, as crianças disseram que seria legal MOSTRAR TUDO... (rs)

Como elas já brincaram outras vezes nesse mesmo parque, foi possível nesse mesmo encontro, combinar o roteiro:
- O que vocês acham importante mostrar no vídeo?
- A gente tem que mostrar que existem três parquinhos dentro do Parque: um para crianças de
1 a 7 anos, outro para quem tem de 7 a 10, e outro para os de 10 até 12 anos.
Vamos mostrar o lago, a quadra, a trilha, os passarinhos, o escorregador, as balanças, a placa de entrada, os espaço da entrada.

Não gostariam de mostrar a biblioteca.

Depois de pensar nesses tópicos, veio a hora de colocar a mente em ação e imaginar como seriam as imagens do vídeo, coisa que para esse grupo não é problema. Ô, mentes abertas: imaginem...Elas decidiram que tudo que queriam mostrar apareceria numa ficção, numa história que elas mesmo criariam.

Eu e Mariana, que anotávamos tudo, ficamos mais atentas ainda, para não deixar as informações escaparem - o que fazem muita diferença, em se tratando de um vídeo inteiramente feito por crianças. Nesse tipo de proposta são os adultos que escrevem e depois mostram o roteiro que vai fazer com que as crianças não esqueçam o que decidiram para a gravação.


Segundo encontro
Hora de pensar em como seria feita cada parte do vídeo: quem iria gravar? Quem interpretaria os personagens? e, claro: qual seria o tempo para ensaiar?


• Terceiro encontro
Demorou, mas o dia chegou. Retomamos o que a produção do programa queria mostrar e lembramos que seria importante a gente mostrar o que fazemos de verdade, sem precisar inventar nada, ou seja, que ficássemos todos à vontade para a entrevista, o que ainda é difícil para o grupo. Estávamos um pouco nervosas e nervoso (rs), inclusive eu.

A equipe de produção veio nos buscar aqui mesmo no Glicério, onde moramos. A Mariana Manfredi apresentou-nos à equipe e fomos juntos ao Parque da Aclimação.

Fizemos uma grande roda e aí começou a gravação da TV, com as crianças contando como foi o processo de criação e realização do vídeo sobre o Parque.

Como era MUITA coisa para mostrar, a equipe do Programa Sustentáculos marcou mais um dia de entrevista: o domingo, dia 29/08/10, quando acompanhariam as crianças gravando o término do vídeo .

Nesse meio tempo, sem aquele monte de gente da TV (rs), seguindo o roteiro, terminamos o ensaio. Dessa vez, porque algumas meninas faltaram, tivemos que improvisar de última hora, sem cortar as cenas que já tinham sido planejadas. Foi muito interessante como o grupo se reorganizou. Bem legal!

A única coisa que não legal foi a Laura que estava dodói. O clima de São Paulo estava muito seco e, como ela tem asma, não estava passando bem, o que fez com que a gente acelerasse, para não pegar a hora mais quente do dia.

Só na quarta feira, dia 01/09/10, concluímos o vídeo, o mais demorado, mas, sem dúvida, um dos mais bem elaborados.

Nos créditos, por distração, faltou o nome da Madalena e ela não gostou (claro!), mas, isso foi corrigido na hora pela Mariana.

Para finalizar, comentamos como foi fazer esse vídeo, o que mais gostaram e o que não gostaram, desde quando tudo começou até o que viram pronto, projetado na tela da televisão.

Agora, é só aguardar o mês de novembro, quando, segundo a produção, o Programa Sustentáculos vai colocar no ar essa matéria.

Ah! O título do vídeo acabou sendo EEEeeeita, bola!!!

Por enquanto, vejam algumas fotos que tiramos nesses dias
Beijos!

besouro cordão de ouro

Nós fomos ver a peça "besouro cordão de ouro" na caixa cultural no dia 25/09/10 ,lá encontramos o Thiago o-cumprimentamos e fomos para a fila pegar os ingressos.
Quando fomos ver a fila estava da porta principal até a bancada, de ingressos. A fila estava muuuuuuuuuuuuuito Grande. algumas estavam cansadas como a "MT"(Maryana Thais)irmã, da Mylena e eu "Julyana" que também estava no dia,Jaqueline,Laúcia,Laura e Lúcia.
Nós tentamos ver do 1º andar só que não conseguimos e fomos embora.Lucia combinou no dia seguinte de voltamos na caixa pra ver a peça"besouro cordão de ouro".mais não deu pra nenhuma de nós irmos, só a Laúcia e a Lúcia foram.

MOSTRA DE PRODUÇÃO AUDIOVISUAL INDEPENDENTE

O Projeto Cala-boca já morreu e o Instituto GENS de Educação e Cultura convidam para a Mostra, que tem como tema as produções independentes de cinema ambiental.

A sessão integra as atividades do Circuito Tela Verde, uma proposta do Ministério do Meio Ambiente para exibição de vídeos feitos por comunidades de todo o país.

Vamos assistir e conversar sobre as produções!

30 de julho - próxima sexta-feira, às 20h
Rua Rego Freitas, 454 - sala 23
Entrada gratuita

PROGRAMAÇÃO

Comunidade Boca do Mamirauá: um pouco da nossa vida por nós mesmos... - 15’20’’

Retrata alguns aspectos do cotidiano de uma comunidade ribeirinha da Amazônia, a maior floresta tropical do mundo. Os temas tratados são: a cheia de 2009, uma das experiências mais difíceis por que passaram desde que se fixaram no local; a mudança da sede do Chapéu da Palha, um espaço dedicado à venda do artesanato produzido na própria Comunidade; e por fim, a Rádio Comunitária, um importante instrumento de Comunicação para os ribeirinhos da região.
Quem conta essa história são os próprios moradores da Comunidade Boca do Mamirauá, que fica na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Amazonas.

Da Margem ao Centro: o outro lado do desenvolvimento - 34’
No foco do filme está a contraditória realidade das Baías de Sepetiba e da Ilha Grande, no Rio de Janeiro. O “progresso” tem colocado em risco cenários onde a natureza cultivou a beleza e o vigor das mais diversas formas de vida. A expansão de grandes projetos privados tem colocado em risco direitos essenciais das populações. “Da margem ao centro - o outro lado do desenvolvimento” mostra de forma sensível a sabedoria e a simpatia de pessoas que resistem à poluição atmosférica, à contaminação das águas, ao extermínio da mata atlântica, dos manguezais e da fauna marinha. O filme denuncia, emociona e encanta ao provar que existe outro modelo de desenvolvimento possível.


Mãe Terra - 15’11’’
A cultura Tapeba enfrenta há quinhentos anos formas compulsórias de contato com a civilização e suas políticas camufladas de escravização e etnocídio. Quais os desafios que o conhecimento tradicional tem diante de valores atuais? A força do toré, das ervas medicinais e das rezas pode ser a resposta.


Histórias e “Causos” da Beira do Rio - 7’

Durante quase trezentos anos, o Rio das Velhas foi a principal estrada de Minas Gerais. A transmissão das lendas e das culturas antigas se realizavam às margens dos rios. Sua transmissão permanece até hoje por meio da história oral, passada de geração a geração.

Máquinas - 2’20’’
O caos do trânsito das grandes cidades. É um apelo à sociedade, mostrando a supremacia das máquinas, no caso, dos automóveis, em todos os lugares, ocupando o espaço das próprias pessoas.

Mutum até Debaixo D’Água - 14’25’’
A construção de uma barragem. Jovens empunham câmeras e realizam um filme antes do alagamento:
viram os olhos para seu próprio universo em busca de patrimônios perdidos, histórias escondidas e expectativas do futuro de uma cidade que em breve estará submersa.

O Assobiador - 13’59’’
Diante do maior empreendimento do Estado do Ceará, o povo Anacé resgata sua história, fortalece suas raízes e enfrenta preconceitos na defesa de sua identidade, de seu território, de sua fauna e flora e de seus encantados. Pisa no chão com força e com fé. Índio guerreiro é o índio Anacé.

Criação coletiva de fotonovela

Como sempre, sexta-feira é dia de produção coltiva de comunicação com as crianças.

Mais uma vez, na roda de conversa, os temas foram levantados , bem como a escolha do tipo de comunicação que gostariam de criar foram feita por elas.

Decidiram fazer fotonovela, só que queriam se organizar em dois grupos. O tema de cada um deles seria surpresa. Só depois mostrariam e comentariam o processo.

As seis crianças que compareceram nesse dia se organizaram assim: Mylena ficou com Stheffany e Madalena; Julyana formou grupo com Gilvan e Laúcia.

Eles combinaram que se alguém do outro grupo precisasse passar para fazer algo tinha que avisar o outro - um verdadeiro clima de suspense...Afinal, eles mesmo formavam o próprio público espectador...

Na mão todos tinham os materiais que iriam usar.

Eu, Lúcia, acompanhava e documentava tudo: as conversas de planejamento das cenas e as fotos necessárias para cada uma delas.

Surpreendente o cuidado que tomavam para a câmera não mexer e não tirar mudar a posição das sequências de imagens....
Um olhava para a outro e dizia:
- Cuidado, vai mexer!!!

Isso tudo me fez sentir MUITO ORGULHOSA por ver o carinho de cada um com o outro e também a seriedade com que criaram as duas fotonovelas.

Bem legal!

Projeto Cala-boca já morreu em parceria com a UFSCAR/Sorocaba realiza o Programa Vamos cuidar do Planeta na CONFINT

Até o dia 10 de junho, Isis, Mariana Kz, Mariana Manfredi e Tiago Luna, junto com uma equipe multidisciplinar de alunos da Universidade Federal de São Carlos, campus Sorocaba, realizam um programa que vai em dois horários: das 14 às 14:30 e das 19:30 às 20 horas.
Entrevistas, música e saudações dos delegados para suas famílias e amigos fazem parte da programação.
Participe mandando perguntas ou comentários. Divulgue!
http://www.vamoscuidardoplaneta.net

Isis e Mariana Kz entrevistam representante da  UNESCO

Mariana Kz na direção de imagem

 Representante do Setor de Ciências naturais - UNESCO

 Isis, Mariana Kz e Mariana Manfredi

Cala-boca já morreu na CONFINT














O Projeto Cala-boca já morreu assumiu a Formação conceitual de Educomunicação junto a todos os  facilitadores (jovens de 18 a 29 anos, representantes dos 52 países) participantes da CONFINT - Conferência Internacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente, que acontece em Brasília, entre os dias 5 e 11 de junho de 2010.

Estão lá a Grácia, a Isis, a Mariana Kz, a Mariana Manfredi e o Tiago Luna.

Virada Cultural

A virada cultural é uma atração gratuita que ocupa o centro e outros locais da cidade de São Paulo.

Na sexta feira, nós do grupo Cala-boca já morreu entramos na net e vimos as atrações da virada cultural deste ano.
Decidimos o que ver, pensando nos locais, nos horários e, é claro, nas coisas legais que a gente gostaria de ver de perto, como:
*Pitty (9:30) na av. São João [domingo]
*Jardins do Municipal - Teatro Municipal (24hs) [domingo]
*Edifício Matarazzo (12hs) Viaduto do Chá [domingo]
*Formiga Gigante (12:30) Vale Anhangabaú [domingo]
Esses são alguns exemplos.

Fomos andando e encontrando muitas atrações, uma delas foi o circo Reprise-Grupo Laminima de circo e teatro, na praça Pedro Lessa. Foi interessante e engraçado.
Nós apreciamos Arte de Rua-Estêncil (pintura ao vivo), no momento passava Celso Gitahy, Bete Nobrega, Alto Contraste.
Comentários:
Foi muito interessante tudo que observamos, porque nós nunca vimos nada parecido com o que apreciamos.
♥Laúcia,♥Ewelyn,♥Mylena e Stheffany.

A Baixada do Glicério

A Baixada fica no do Centro de São Paulo, entre o bairro da Liberdade e da Sé. É um lugar muito movimentado, povoado pelas pessoas do bairro e pelos religiosos da igreja "Deus é Amor".
O que se encontra na baixada: sorveterias, festas ( dias das crianças, quermesse, São Cosmo e Damião, festas religiosas, etc.), padarias, pizzarias, docerias, mercados, quitandas, bares e restaurantes, papelarias, pastelarias, lojas, lanchonetes, camelôs, lan houses, prédios, estacionamentos, casas, farmácias, salões de beleza, chaveiros, lojas de móveis usados e novos, pracinha, lojas de ferramentas, bancas de jornal e revistas, igreja, escola, pet shop, açougue, mercearia, dentista, ONGs, parques, shopping, alfaiates, academia, creche, perícia médica e etc.
A baixada do Glicério é um lugar que tem muitas festas religiosas porque tem quatro igrejas próximas.

Coisas legais para fazer na Baixada: brincar na pracinha, jogar vôlei, futebol, pula-pula.
As festas que acontecem na pracinha têm o apoio de todos os comerciantes da região.
Os ambulantes por aqui vendem batatas fritas, tapiocas, pamonhas, milhos, pipocas, etc.
O legal é que agora tem uma AMA aqui (Assistência Médica Ambulatorial), antes tinha que ir bem longe para cuidar de nossa saúde, agora é bem pertinho e também temos dentista.
Tem um parque que se chama Jardim da Vida, onde os moradores de rua podem fazer atividades diversas como: jogar, brincar, ver TV, etc.

Coisas chatas que acontecem no bairro:
Uma coisa chata que acontece em todos os lugares é que as pessoas tem preguiça de ir até o lixo para jogar fora as coisas e aí jogam lixo na calçada e não na lixeira. Tem gente que joga sacola com lixo e outros objetos das janelas dos prédios, como: fraldas, comida, bituca de cigarros, pedra, ovo, garrafa, lata, cospem e etc. Da própria janela do apartamento, correndo o risco de acertar alguém.
Tem também brigas por causas de ciúmes e bebidas que chegam até em algumas vezes a ter tiroteios e mortes.
Os brinquedos que quebram na pracinha que não são consertados.
E infelizmente tem ladrões.

Mas mesmo assim esse bairro é muito querido pelos moradores da Baixada do Glicério!!!

Trabalho realizado pelas crianças do CBJM.
Autores:

♥Laúcia
♥Mylena
♥Madalena
♥Laura
♥Gilvan
♥Ellen
♥Ewelyn
♥Jaqueline
♥Julyana
♥Stheffanny
♥Maryana
♥Evellyn

Passeio ao Parque da Aclimação

Uma vez por mês, possibilitamos o encontro das meninas e do menino do CBJM em um belo parque.
O objetivo é simplesmente brincar e curtir o que o parque tem a oferecer. Isso porque, apesar de em todos os nossos encontros semanais sempre reservarmos um tempo para elas brincarem, percebemos que esse tempo é pequeno e que precisam de um lugar mais amplo. O espaço que temos não ajuda.
As crianças que frequentam o Cala-boca já morreu são crianças que moram no centro da cidade, uma "selva de pedras". Embora seja um município cheio de teatros e museus, existe pouca divulgação. Os pais dessas crianças não têm acesso às informações. E quando têm, não têm TEMPO para sair com seus filhos. Fato é que algumas dessas crianças aprenderam a brincar nos brinquedos de parques públicos com o grupo CBJM.
Isso é sério e que nos leva a perguntar: que tipo de crianças estamos criando? Essas crianças têm tarefas determinadas e horas a cumprir. Elas não têm escolha nem de brincar na rua. Passam seus dias entre quatro paredes, trancadas em salas de aula ou em seus apartamentos.
Não adianta fazer coisas bonitas no papel e não pensarmos nas coisas reais. Lógico que cabe aos nossos governantes tomarem medidas sobre isso. Mas, enquanto isso não acontece, nós do CBJM vamos aproveitando os espaços existentes que São Paulo tem a oferecer, assegurando a esse grupo de crianças formado por várias meninas e um menino a possibilidade de criar e brincar.

Estamos de mudança!

Sim, o Projeto Cala-boca já morreu está mudando do bairro do Jaguaré para o centro da cidade de São Paulo, mais especificamente, para a Vila Buarque. A sala será dividida com o Instituto Gens. Mais que parceiros, somos companheiros de história.

Estamos na fase de empacota, arruma, suja e limpa para mudarmos para nosso novo endereço. Esse movimento dá muita alegria, muita energia, e a sala nova chega em um momento muito bom.

Rodeados de organizações - como a Oboré, o Intervozes, a ABRAJI, o Instituto Ecoar, o IPSO, o N.Ex.T, o Ponto de Cultura da Vila Buarque,o Pontão Mapas da Rede, o Sindicato dos Jornalistas e a União Brasileira de Escritores - estamos indo para a Rua Rêgo Freitas, 454, 1o. andar, sala 12. Nossa primeira atividade será a realização do curso de Formação em Educomunicação - módulo vídeo (para saber mais: www.educomunicacao.org), que começa na próxima terça-feira, dia 30 de março e vai até o sábado, dia 03 de abril.

Estão todos convidados a conhecer nosso novo espaço e, em breve, divulgaremos a programação de atividades que realizaremos em 2010.
:)
espaço novo, atividades novas!

Uma nova aventura


Fomos assistir à peça Madrid - reminiscência da Guerra Civil, no sábado, dia 20/03/2010, na ECA/USP, eu, Lúcia, e as meninas Mylena, Maryana, Julyana, Ewelyn, Ellen, Laura, Jaqueline e Laúcia.
Marcamos de nos encontrar em minha casa às 5 horas, pois o horário da apresentação era às 20h, mas tínhamos que chegar uma hora mais cedo para pegar ingresso.
Pegamos ônibus no Parque Dº. Pedro II. Rápido, chegamos na Cidade Universitária, mas para minha surpresa, que não sabia que ela era uma cidade tão grande daquele jeito, tivemos que pegar mais um ônibus “de linha”, pois não tem o ônibus circular da USP naquele horário. Ainda tivemos que andar a pé na chamada “rua dos bancos”
Todas já estavam cansadas. Nós não víamos ninguém na rua e eu já estava ficando apavorada. Por isso, até passamos do local e nada de achar a tal sala 23 CAC-ECA-USP.
E eu que pensei que fosse chegar lá e simplesmente dizer “Onde fica o teatro?”
Que nada! Quando perguntamos isso a um segurança, ele nos perguntou?
Qual?
Fiquei perdidinha, pois não tinha levado o endereço...O jeito foi ligar para Isis e me informar.
Quando finalmente encontramos o local, já havia passado 10 minutos do horário de entrada e, além do mais, não tinha mais lugar... Ficamos desesperadas.
– Andar tudo isso e não entrar para assistir a peça?! - disse uma das meninas.
A Laúcia deu uma idéia pra o porteiro:
– Nós sentamos no chão, moço! E a Mylena completou:
– Nós viemos do Centro para não ver a peça?!!!
E todas começaram a falar juntas:
- Ah, não!!!
O rapaz ficou sem jeito e chamou um moço chamado Paulo, que perguntou quem éramos e se todas iriamos entrar. Éramos um grupo grande!
Nós nos apresentamos e ele ficou muito feliz de ser o Cala-boca já morreu.
Ah! A Liz fez parte desse grupo! - disse ele. Vou falar com os atores e ver se é possível nós improvisamos um espaço na frente, no chão, para vocês. Aguardem só um pouco.
Mais que depressa ele veio. Ufa, permitiram que sentássemos no chão! As cadeiras estavam mesmo todas ocupadas.
Fizemos um lanche antes de começar a apresentação.
Cara, a peça começou no meio da cantina!
Um ator entra com uma rosa numa mão e a outra com uma mala. Essa mala estava cheia de areia, o zíper estava um pouco aberto, deixando um rastro de areia por onde passava. A fantasia já começava dali...
As pessoas já começavam a olhar e seguir o ator.
Passamos por um corredor que dava a sensação de estar preso. E os outros atores também já estavam contracenando.
Quem quiser saber mais é só assistir essa peça maravilhosa neste endereço: Sala 23 CAC-ECA-USP, travessa J, Cidade Universitária, Butantã, de 06 a 28 de março de 2010, sábado 20h, domingo 19h30. Só chegue uma hora antes, para garantir o ingresso.
No fim ainda rolou um debate com direito a uma saborosa sangria e um suco de uva que o grupo ofereceu com muito carinho para as pequeninas.
Bem, no fim deu tudo certo.
Agradeço o carinho que o Paulo teve com a gente. Ele, a Liz e a Paula oferecerem carona até a saída da USP, para não voltamos a pé. No trajeto o que não faltou foi conversa.
Obrigada a todos!
No ponto de ônibus ainda ligamos para a Grácia, para dizer o quanto tinha sido gostoso.

Visita ao Zoológico

Domingo, dia 24 de janeiro de 2010, eu, Lúcia, e o João fomos ao zoológico com as crianças do Cala-boca já morreu. Estavam presentes, desta vez, Laúcia, Madalena e Gilvam.

Algumas das crianças não conseguiram chegar no horário combinado. Esperamos um pouco e nada. Liguei para saber o que houve. Muitas perderam a hora e ainda estavam dormindo. Então tivemos que ir sem elas.

Foi um dia muito bacana!

Eu olhava o Gilvam abraçando e beijando o João com tanto carinho que parecia ser o pai dele.

Então veio à minha cabeça, o porquê de em certos momentos algumas das crianças nos chamarem de mãe ou pai.

Lógico: por confiança. Somos uma referência, um apoio para elas, o que faz com que se sintam seguras a ponto de poderem expressarem livremente seus sentimentos.

Se pararmos para pensar, quando as mães dessas crianças permitem que seus filhos saiam com a gente, elas estão entregando o que ela possuem de mais precioso e acreditam que vamos cuidar como se fôsemos ela, ou como se a gente estivesse cuidando de nossos próprios filhos. Por isso, é comum ouvirmos delas, quando saímos com as crianças. “Cuida como se fosse seu!”

Errado. Quando isso acontece, o normal é ficarmos muito mais preocupados com os filhos delas do que com os nossos, porque quando o filho é nosso, a gente confia porque sabe até onde é o limite dele. Porém, quando é de outra pessoa, a atenção é maior. Eu fico aflita, temo que algo possa acontecer e torço que até o fim do passeio nada de errado ocorra.

No zoológico tudo ocorreu conforme a chuva nos deixou andar.

Olhamos tudo com muita calma, lendo as fichas técnicas dos animas e olhando o espaço que eles se encontravam.

Como estava chovendo, tivemos que parar um pouco no espaço de piquenique, um dos lugares protegidos da chuva forte. Nesse momento, as crianças conversaram muito com o João. Foi quando ele falou que tinha visitado o zoológico no dia quando ele foi inaugurado.

Logo o interesse das crianças aumentou. Fizeram diversas perguntas para ele:
– Quantos animais tinha?
– O zoológico era igual ao de agora?

Quando percebi que estavam ali, fazendo uma entrevista com o João, sugeri que quando estivéssemos num lugar mais sossegado, elas poderiam gravar essa entrevista com ele, caso ele permitisse. Ele aceitou.

Quando passou a chuva forte, aproveitamos para visitar os espaços que não tínhamos visto, mas logo a chuva voltou e tivemos que ir embora sem ver tudo o que queríamos.

Até chegar em casa foi um desafio de medo, de tanto que estava chovendo em São Paulo. E se tivesse alagado algumas das avenidas pelas quais iríamos passar?

Ainda bem que foi apenas susto. Nada alagou até chegarmos.

Quando chegamos em casa, como sempre, sentamos um em frente ao outro para conversar e as crianças decidiram que seria legal contar por escrito (fazer uma ata, como dizem) sobre como foi o dia no parque. Cada um falou aquilo que lembrava. Assim que terminamos, partimos para a gravação da entrevista, depois fizemos as considerações, ouvimos e discutimos o que ficou legal e que não gostamos.

Muito legal! O João gravou pela primeira com o grupo.

Acreditem, as crianças deram uma lição de como se deve ouvir o outro e não falar em paralelo quando um outro está falando.

Teve alguns momentos em que eu também participei da entrevista. Até esqueci que era mediadora e entrei na conversa e isso tornou o processo riquíssimo.

Foi bem legal também ouvir e depois explicar ao João o porquê não podemos conversar durante a gravação.

Achei bacana o dia e como o João ficou atento ao que as crianças falavam.

Confraternização do Cala-boca já morreu


Está na hora de falar um pouco o que fizemos no fim de 2009.

A Mariana KZ nos presenteou com um presente inesquecível: ofereceu a chácara dos KZ, para aproveitarmos um belo fim de tarde com um saboroso jantar, no dia 21.12.2009!

Combinamos de fazer o encontro com os mais velhos, os mais novos e com quem já foi do CBJM. Foi um encontro de gerações.

Marcamos encontro na casa da Lúcia e depois iríamos para a casa da Grácia. Lá o o grupo se dividiria para saber em qual carro iria cada uma das meninas.

No caminho estava tudo bem, mas logo pegamos um trânsito, pois houve um acidente e os marronzinhos estavam tirando o carro do local do ocorrido.

Depois pegamos uma pista livre, passamos por vários lugares interessantes, estradas com muito mato, trilho de trem, estrada de barro. Os carros ficaram cheios de lama.

A chácara é linda!

A primeira coisa que nós fizemos foi pular na piscina.
A Grácia chamou todos para conhecermos a chácara, passarmos protetor solar e logo fizemos uma roda de conversa.

Enquanto estávamos na piscina, os adultos faziam churrasco e traziam frutas fresquinhas, com suco natural.

No final da noite teve um jantar à luz de vela, com salada de frutas da Lúcia, frango da KZ, arroz do João, farofa de cenoura e lentilhas da Grácia, sobremesa (SORVETE) da Mariana Manfredi.

Foi tudo muito bom!!!!!!!!!

Ah, sabem o que mais aconteceu e que marcou muito a viagem?
Imaginem a volta pelo meio do mato e muita escuridão.
Imaginaram, né?
Imaginem agora um grupo de crianças com idade entre 4 e 12 anos.
Momentos de imaginação e muitas fantasias...

O Carro do João foi passar por um lameiro que tinha umas pedrinhas.
Não é que uma das pedras bateu justamente no cano de combustível?
Batata: o carro não saiu mais do lugar.
Como chamar um mecânico no meio do mato e tarde da noite?
Tentamos ali mesmo fazer algo para que o carro resistisse até chegarmos num posto.

Enquanto, eu, Lúcia, e o Fernando tentávamos de todas as maneiras colocar uma emenda no cano, as meninas imaginavam todos os tipos de monstro possíveis, prontos para atacá-las em plena "floresta".

Conseguimos fazer uma emenda no cano e deu para chegar em casa.

As histórias contadas pelo grupo eram de arrepiar os cabelinhos da perna. Histórias de terror como daqueles pequenos seriados que passam na TV.

Até gravamos uma conversa, contando o pavor e o medo de ficarem no carro esperando. Os medos dos monstros aparecerem, como histórias de outro mundo.

E tudo isso porque o carro quebrou e tornou a viagem mais inesquecível.

Obrigada a todos do CBJM!

Este é um comentário coletivo das crianças Laúcia, Mylena, Maryana, Julyana,
Sth
effanny, Laura, Ewellin, Ellen, Jaqueline e Evellyn. Gilvam e Madalena, que não foram ao passeio, também estavam presentes nesta construção.