Casa da Geny - o dia das crianças todo especial!


A Geny, uma grande amiga da Laúcia, conheceu as meninas do CBJM na instituição ICC - Casa da Solidariedade, onde ela é professora de coral.
Desde que conheceu o grupo Cala-boca já morreu, ela queria saber como é que nos fazemos os encontros com as crianças.
Expliquei e ela gostou muito da ideia.
Por esses motivos, ela ofereceu a sua casa para passarmos lá o dia de São João e até fazermos uma fogueira no seu quintal, mas não deu certo nem nesse dia nem nos seguintes: um dia era chuva forte, outro ela não tinha tempo ou nós é que não podíamos ir com
todo o grupo, pois muitos estavam atarefados com outras atividades do projeto.
O tempo passou, até que Geni sugeriu para marcarmos um encontro no dia das crianças.
Deu certo, pena que nem todos puderam comparecer.
A casa dela tem quintal na entrada e nos fundos - muito espaço para correr e brincar.
Só a viagem de metrô e ônibus até lá já foi uma curtição!
Mal chegamos, as meninas e o menino já foram correndo e entrando em tudo que era buraco.
Primeiro apresentei a Geny para quem ainda não conhecia.
Depois fizemos a pauta de como seria o dia. O combinado foi curtir um pouco a casa dela e logo depois do almoço irmos ao Parque da Cantareira.
"Era" o combinado, pois as crianças gostaram tanto da casa dela que não quiseram parar de brincar para ir andando até o parque.
Eu e Geny, então, caprichamos num gostoso almoço: macarronada com frango assado, melancia e sorvete de sobremesa.
Contamos com o sol sorridente para contribuir para um dia mais bonito.
As brincadeiras foram diversas, desde brincar de boneca até criar mistérios no porão da casa, com fantasmas e mil bichos criados por elas.
Só se ouviam os gritos:
- Corre.
- Socorro, o monstro!
Como não poderia ser diferente, rolaram algumas confusões, mas todas passageiras que o próprio grupo resolveu.
No fim, a Geny mostrou algumas fotos que ela tem com algumas das meninas e também contou histórias sobre seus 7 gatos, as atrações das crianças.
E na hora de ir embora, quem queria sair de lá?
Foi dura a partida.
E ela ainda deixou o convite feito para acampar, quando tivermos tempo, pois ela acha importante o contato das crianças com a natureza.
É bom conhecer pessoas bacanas como a Geny
Obrigado(a), pelo o convite. Nós do CBJM gostamos muuuuuuuuuuuito!

Sarau na Caixa Cultura de São Paulo

Ah, se vocês pudessem ver e ouvir o que presenciei ontem!

Eu, Lúcia, Mariana KZ e algumas crianças fomos à apresentação do grupo Os Tapetes contadores de histórias, por quem temos muito carinho e admiração.

No ano passado, quando o grupo esteve aqui no estado de São Paulo, fomos várias vezes ouvir suas histórias.

Que encanto, que tudo!

Mylena, Laúcia e Julyana também contaram, do seu jeito, outras histórias. Elas não se intimidaram no meio de tantos adultos, na grande maioria, contadores de histórias.

Igual a todos os grandes que estavam lá, mesmo com frio na barriga, elas enfrentaram os obstáculos, encararam, contaram e encantaram os presentes... Depois não queriam mais parar...

Curtimos muito!

Teve um lanche no fim: pipoca com guaraná. Tudo de bom, né?!

Um beijo para todos vocês que entram no nosso blog para acompanhar o que fazemos com as crianças nos nossos encontros!

Conferência Livre Infanto-Juvenil de Comunicação

Olá a todos que passam por aqui e gostam de saber o que o Projeto Cala-boca já morreu está fazendo.

Bem, vou começar me apresentando, afinal este blog é escrito por membros do projeto e eu sou um deles. Eu sou o Fernando Cabral, faço parte do Grupo Gestor, desde 2005, e do Conselho Fiscal, desde 2008.

Este poste tem o intuito de contar um pouco do que eu estou fazendo pelo Projeto.
No momento, eu e a Mariana Kz, estamos participando da comissão organizadora da Conferência Livre Infanto-Juvenil de Comunicação, que já tem data marcada para acontecer: 26-09-09.

O Cala-boca já morreu ficou responsável pela formação teórica e prática de jovens que no dia da conferência farão as oficinas de rádio e de vídeo com as crianças e adolescentes.

Na formação teórica serão abordados os temas da Conferência Nacional de Comunicação, também presentes no dia-dia desses jovens: Publicidade nos meios de comunicação, Classificação indicativa, Tipos de comunicação que temos hoje no Brasil e Comunicação na escola.

A faixa etária dos participantes da conferência livre é de 06 a 15 anos. Eles vão discutir e poder produzir comunicação nas oficinas de rádio, vídeo, publicidade ou fanzine.

A proposta feita pela comissão é que as crianças e adolescentes falem de comunicação e que as propostas sejam encaminhadas à Conferência Nacional de Comunicação.

Dentre as outras organizações que compõem a comissão organizadora estão Escola Aprendiz, Revista Viração, Instituto Sou da Paz, PAVS - Projeto Ambientes Verdes e Saudáveis, Instituto Paulo Freire, Instituto Alana e Ação Educativa.

Acho que é isso, pessoal.

Até a próxima.

Parabéns coletivo das crianças do CBJM

Olá, CBJM!
Parabéns pelos seus 14 anos! Sejam muito felizes e continuem sendo muito legais! Jaqueline

Querido CBJM, parabéns! Beijo e abc! Julyana

Dia 20 poderia ser um dia normal, ou o pior dia da minha vida, mas não foi! Foi um dia muito especial: foi o dia do aniversário do CBJM. Parabéns pelos 14 anos e futuros! Beijos, Mylena!

Feliz dia do CBJM! Feliz aniversário! Gilvam

Parabéns CBJM por seus 14 anos de muitas felicidades e amizades! Beijos! Evellyn e Maryana

Feliz aniversário CBJM! Ellen

Parabéns CBJM pelos seus 14 anos de vida e que você continue trabalhando muito com crianças. Ewelyn

Rsrsr! Bom dia CBJM! Madalena e Stheffany

Nossa!Como o tempo passa rápido, o CBJM é mais velho do que eu rsrsrs!
Mas eu tenho mais que orgulho de virar para uma pessoa e dizer: eu participo do cala-boca já morreu, um grupo que supera tudo e a todos. Laúcia

Escriba Lúcia: essas mensagens coletivas são para demonstrar todo o meu carinho por essa turma que, complementando o que a Grácia falou, dá toda a energia e conhecimento que tenho adquirido até agora.

Hoje é um dia muito especial

O Cala-boca já morreu comemora 14 anos, neste dia 20 de agosto de 2009.

Muitos motivos temos para comemorar: hoje, com total competência, muitos dos que iniciaram esta proposta conosco, aos 8, 9 e 10 anos de idade, compõem a atual diretoria do Projeto; outras crianças continuam entrando e fornecendo a energia que sustenta as idéias que nos movem; vários adultos se juntaram a nós e, com o olhar inquieto e sonhador, contribuem para entendermos, cada vez mais, que na vida – de verdade – gente grande e gente pequena tem que aprender a viver junto.

O mais bonito é que continuamos caminhando por onde queremos, por escolha nossa.

Vamos em frente, com alegria!

Construção de uma política nacional da cultura da infância

Entre os dias 13 e 15 de agosto, o Cala-boca já morreu teve a satisfação de fazer parte do grupo de pessoas, instituições e representantes do governo que, a convite da SID - Secretaria de Identidade e Diversidade do Ministério da Cultura, se reuniu para discutir a construção de uma política nacional de transmissão e preservação da Cultura da Infância, em Brasília.

Nesse período ocorreu a premiação de iniciativas selecionadas pelo edital nacional Pontinhos de Cultura lançado em 2008 e a continuidade aos debates da primeira Oficina Brincando na Diversidade - Cultura na Infância, realizada pela SID/MinC em outubro de 2008, em parceria com a Rede Cultura Infância, Fundação Orsa e SESC-SP, da qual também participamos.

O evento propiciou também o aprofundamento das relações transversais existentes entre as diferentes iniciativas da cultura e da infância desenvolvidas pelo Ministério da Cultura que se encontram presentes nas atuações da SCC - Secretaria de Cultura e Cidadania, mediante o Programa Cultura Viva; da SID, por meio do Programa Diversidade e Identidade: Brasil Plural; e da SAI, por intermédio do Programa Mais Cultura.

Como parte da Agenda Social do Governo Federal, o Mais Cultura estabelece acordos de cooperação com estados e municípios, ampliando e incentivando os Pontinhos de Cultura/Espaço de Brincar como locais privilegiados para a promoção do direito de brincar e para o fortalecimento das iniciativas culturais voltadas à infância e à adolescência, por meio de atividades lúdicas.


Passeio ao circo

23.07.2009
Nós do cbjm fomos até o parque da Aclimação para ir ao passeio do Circo Espacial, da Super Férias.
Brincamos um pouco para passar o tempo, pois chegamos muito cedo. Num dos parquinhos, próximo ao campo de futebol.
Pegamos um ônibus e depois de muitas brincadeiras chegamos ao circo espacial.
Porem quando chegamos lá, ficamos alguns minutos esperando para entrar e, quando entramos ficamos 2:00 horas esperando iniciar o espetáculo, que só começou porque começamos a gritar: começa, começa, começa,!
Ai, que eles se ligarão que tinha muita gente esperando e decidiram começar a apresentação.
O espetáculo foi muito interessante!
Tinha: palhaço, contorcionista, malabarista, aro, trapézio de um para o outro, mulher gato num cubo, mágico, ilusionista, atriz, equilíbrio e força, dançarinos etc.

Meu palpite.


Eu gostei bastante, por que eles conseguiram passar a magia do circo.
E não gostei, porque eles erraram muito e eles poderiam fazer um espetáculo bem melhor que aquele ,eles se atrasavam muito e por isso acabaram estragando o espetáculo.

Nome: Laúcia Maria Costa Almeida

IV Encontro de Juventude e Meio Ambiente

Estou aqui, no IV Encontro de Juventude e Meio Ambiente, uma ação do Programa Juventude e Meio Ambiente promovido pelo MEC. Rio de janeiro, lindo, dia 18 de julho de 2009.

Estão reunidos aqui, em Santa Teresa, 81 pessoas de todos os estados do Brasil. Os participantes são integrantes do Coletivos Jovens pelo Meio Ambiente, movimento que ocorre desde 2003 em todo país, impulsonado pela organização do processo da I Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente.

É emocionante ver esse processo rolando. Porque é formação de pessoas a longo prazo, gente que está junta há quase 6 anos trabalhando, de jeitos diferentes, mas fazendo e exercício de discutir o que faz e tentar criar o Plano Nacional de Juventude e Meio Ambiente.

Investimento público em continuidade, o que é difícil de encontrar.

O Cala-boca já morreu foi consultor na área de educomunicação no II Encontro, que ocorreu em Luziânia - GO, em 2005. Neste ano, eu fui convidada para, junto ao Jefferson Somma, dar oficina de Políticas Públicas de Juventude.

A oficina durará 2 dias e como produto final sairão as perguntas geradoras que serão base do processo de sistematização das oficinas para o processo de escuta Plano de Juventude e Meio Ambiente.

A vista é linda, dos dois lados da janela!

Mariana Manfredi

Para acompanhar mais o que está rolando por aqui, seguindo
www.juventudepelomeioambiente.org.br

OLHA A FEIRA!!!!

Neste domingo a turma do Cala-boca já morreu foi descobrir a feira do Glicério. Fomos Laúcia, Filipe, Maryana, Milena, Madalena, Gilvan, Jaqueline, eu, Fernando e Lúcia (os únicos adultos do grupo).

Nos encontramos logo cedo no qg, a casa da Lúcia. Conversamos sobre a proposta do dia: fazer um vídeo na feira. Mas o que mostrar? O que é que tem na feira? Tem fruta, tem barraca, tem feirante, tem cliente, tem fruta estragada, tem verdura, tem pastel... E o que a gente quer mostrar disso tudo? Resolvemos juntos entrevistar um feirante e clientes e também mostrar imagens da feira.

Descemos todos juntos e gravamos a abertura na frente das barracas. Depois nos dividimos em dois grupos, um ficou de entrevistar um feirante e o outro, um cliente. Combinamos horário e local de reencontro e lá fomos nós!

As imagens registradas mostram o olhar que cada um tem da feira. A Mary deu um close delicioso num pastel que fritava (ai que fome!), a Mylena foi atrás do colorido dos temperos e ervas, o Gringo (o pequeno Gilvan, de cinco anos) registrou seu jeito único de ver as coisas , dançando com o olho, indo de um lado pro outro focando ora as bananas amarelas, ora as bolas coloridas e até um carro laranja que chamou a atenção!

As entrevistas surpreenderam, com áudio muito bom! Falamos com a Priscila, uma vendedora de bananas, com três fregueses e com um vendedor de camarões secos, porque não deu pra segurar a curiosidade!

O dia terminou com uma salada de fruta deliciosa com direito a carambola, mixirica, banana e mamão! Hmmm!!! E também com a exibição das gravações, que foi tão boa quanto o lanche! Todos gostaram muito!

Ficou com vontade de conhecer essa feira também??? Dá uma olhada no vídeo!!!

o dia que ninguem veio


Hoje é domingo dia 07/06/09, nós tínhamos combinado de vir na minha casa para fazer vídeo e aconteceu que só veio eu, mamãe, Grácia, Fernando e o Donizete e mais ninguém. É, isso é uma vergonha, cadê as crianças?.

Depois a Grácia e o Donizete foram embora e o Fernando ficou para ensinar eu e a mamãe a mexer no computador.

Postado por Laúcia

...eles tremiam a câmera muito, como nós, e erravam


Na sexta feira, 29/05/2009, eu (Julyana), a Mylena, a Evelyn Oliveira, a Jaqueline, a Maryana, a Evellyn Ellen, o Gilvan e a Madalena assistimos o vídeo que o CBJM fez há mais de 10 ANOS.

MINHA opinião: eu achei que eles tremiam a câmera muito, como nós, e erravam o texto um pouco.

Depois nós conversamos sobre o vídeo. E depois a Jaqueline tocou um pouco de violão.


Postado por Julyana

24/05/2009 foi um dia todo especial


Como já havíamos combinado no encontro passado, com os nossos visitantes Grácia, Donizete e Sofia, o que iríamos fazer nesse dia, não perdemos tempo e já fomos colocar em prática: saímos para mostrar a Baixada do Glicério para quem não conhecia, para, posteriormente, decidirmos o que seria tratado nos próximos vídeos (ou jornal) do Cala-boca já morreu.

Antes disso, colocamos os papos em dia, definimos o que fazer primeiro e o tempo das tarefas do dia.

Depois do passeio tomamos um lanche, pra gente se preparar para a grande gravação de vídeo sobre a Baixada.

O grupo estava completo, a casa estava cheia e, para as crianças aproveitarem bem o encontro, combinamos que iríamos dividir o grupo em duas partes. Isso porque, os que moram no Glicério (e que se reúnem comigo três vezes por semana), na sexta feira, estavam preocupados. Eles falavam: o grupo é grande! Quem vai pegar a câmera e gravar?

Pensando no que seria colocado na gravação, conversamos bastante no domingo, e decidimos que as meninas que já sabem mexer na câmera, dessa vez, gravariam uma entrevista com um dos moradores da região e os demais fariam parte do outro grupo que, pela primeira vez, iria pegar a câmera de vídeo.

Assim, "quem iria fazer o quê" ficou bem mais fácil de entender. Mylena, Laúcia, Maryana e Juliana, junto comigo, a Grácia e a Mariana Kz, fizeram a entrevista, na varanda de casa. Gringo, as duas Evelin, Jaqueline e Madalena desceram pra rua, com Donizete e Fernando, para aprender a usar a câmera, fazendo imagens da região.

Logo depois do lanche, nosso convidado para fazer a entrevista chegou: o José Luiz, mais conhecido como Zé Luiz.

Um obrigado todo especial a ele que topou e foi paciente com a demora da entrevista e respondeu a todas as perguntas da molecada!

Ele falou de coisas que eu desconhecia, mesmo morando há 9 anos no na Baixada do Glicério.

Como sempre, aproveito muito a conversa da Grácia com as crianças, admiro o jeito dela conduzir o assunto, a Mariana KZ que as pequenas gostam tanto, o Fernando pelo primeiro primeiro trabalho que fizemos juntos (e que sejam o 1° de muitos daqui pra frente), e o grande Donizete que vem dando o maior apoio em geral, contribuindo muito com o grupo.

Caixa Cultura


Nós fomos. Quem nos levou foi o João (o marido da Lúcia)

Chegamos um pouco tarde, assistimos a leitura, com pouco de atenção, mas tá na minha lista das melhores leituras. Essa falava de uma mulher que ja tinha se casado duas veses e tinha uma filha com o segundo casamento e o seu segundo marido era como um irmão. Ela tinha um antigo namoro e ele aparece novamente so que agora ela descobre que ele era 20 anos mas novo que ela. Essa historia passava em Paris na Fraça.

O melhor foi no final que teve um sorteio de duas bolsas e um convite para um almoço. Entre 70 numeros o meu tinha que ser o 50!

Mas, nós da rádio, ganhamos cada um uma bolsa, e voltamos cada uma para sua casa, dessa vez acompanhados pela Lúcia e João.

Vem aí vídeo sobre a Baixada do Glicerio


Jaqueline, Julyana, Laúcia, Maryana, Mylena e Sofia, algumas da crianças que participam do Projeto, acompanhadas por Lúcia, Donizete e por mim, iniciaram ontem a produção de uma série de matérias sobre a Baixada do Glicério, uma das regiões centrais da capital paulista.

A atividade que durou toda a tarde do domingo, incluiu caminhar pelas ruas para observar quem são os moradores/frequentadores do local, o que funciona no final de semana, identificar quais são os espaços públicos e privados que existem na região a pensar sobre qual será o primeiro tema da série.


Entre comer e brincar - algo que não nunca falta aos encontros - como sempre, o que mais merece destaque é a conversa com as crianças.

Lembrando como a região da baixada é mostrada pela televisão, elas retomaram o que já entenderam fazendo programas de rádio e vídeos conosco:

"- O que a gente vê não é verdade. O que é verdade? O que é mentira?
O que a gente vê (ou ouve) é o ponto de vista de quem está fazendo a matéria. É apenas uma versão".