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Monografia sobre o CBJM na UNB


COMUNICAÇÃO, EDUCAÇÃO E MOBILIZAÇÃO SOCIAL - a experiência do projeto “Cala-boca já morreu! – porque nós também temos o que dizer”

Monografia de conclusão do curso de Comunicação, apresentada por Aline Falco Reis Fernandes, sob orientação da Professora Tânia Siqueira Montoro, apresentada pela Faculdade de Comunicação da UNB, em 2002

Objetivos da autora 
  • demonstrar como um meio de comunicação — nesse caso, o rádio —dentro de uma proposta de Educomunicação, é utilizado pelo projeto Cala-boca já morreu! – porque nós também temos o que dizer, para propiciar uma construção diferenciada do conhecimento e da cidadania das crianças e adolescentes. 
  • demonstrar a dimensão dos processos de transformação social e de ensino/aprendizagem existentes no Projeto. 

Estrutura da monografia
  • Capítulo 1: interface entre as ciências da Comunicação e da Educação. 
  • Capítulo 2: apresentação do Projeto Cala-boca já morreu! – porque nós também temos o que dizer, objeto de nossa análise, e o referencial metodológico de análise do projeto. 
  • Capítulo 3: descrição da maneira pela qual o projeto se apropria do rádio, transformando-o em elemento de educação de crianças e adolescentes. 
  • Capítulo 4: identificação dos recursos estratégicos e o caráter mobilizador do Projeto.
  • Capítulo 5: Considerações finais sobre a pesquisa realizada. 
O trabalho, na íntegra, está disponível neste link

Ondas Paranóicas no Cala-boca já morreu



A partir deste ano de 2002, a Oficina de Rádio Ondas Paranóicas, criação e coordenação de Edson Fragoaz e Grácia Lopes Lima, desenvolvida até o ano de 1998,  no CAPS Itapeva, se desloca da instituição e passa a acontecer aqui no Cala-boca já morreu, situado na Rua General MacArthur, Jaguaré.

Nas fotos abaixo estão registradas a cobertura de alguns jogos da Copa da Inclusão




RIO +10


:: Seminário Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável: de Estocolmo a Joanesburgo, Rio+10 Brasil

Evento que contou com a participação de especialistas de diversas áreas do conhecimento ligadas ao desenvolvimento sustentável, que apresentaram suas idéias sobre os avanços e retrocessos ocorridos nos dez anos que se seguiram à Conferência Rio-92, e ainda refletiram sobre o combate à pobreza e a preservação ambiental, os dois temas principais da reunião de cúpula de Joanesburgo.

Os participantes expuseram o cenário ambiental previsto para os próximos 10 e 30 anos e apresentaram alternativas para melhorar a articulação e a parceria entre o governo e a sociedade civil nesse campo.

DIÁLOGO DE GERAÇÕES, 23/06, 14h30 às 17h, Sala Plenária

O objetivo foi promover um diálogo entre pessoas das três gerações que participaram de forma ativa e comprometida nos eventos que determinaram a tomada de consciência sobre o tema ambiental e o desenvolvimento sustentável (Estocolmo-Rio de Janeiro- Joanesburgo). Dessa forma, identificou-se quais foram os elementos críticos de cada momento histórico e os conceitos que devem prevalecer na agenda das futuras gerações. Os debates foram coordenados pelo Dr. Paulo Nogueira Neto.

• Representando a geração de 1972:
o Maurice Strong, Presidente da Rio 92
o Ignacy Sachs, Centro de Pesquisas sobre o Brasil Contemporâneo
o Embaixador Bernardo de Azevedo Brito

• Representando a geração de 1992:
o Juanita Castaño, The World Conservation Union
o Roberto Smeraldi, Amigos da Terra-Amazônia Brasileira
o Embaixador do Brasil na França Marcos de Azambuja,
o Everton Vieira Vargas, MRE
o Alícia Barcena, CEPAL
o Claude Martin, World Wildlife Fund

• Representando a geração de 2002:
o Poema Mühlenberg, GEO-Juvenil
o Rodrigo Agostinho, Vivágua
o Farah Daghistani, Jordânia
o Maria Rita Fontes Faria, MRE
o Isis Lima Soares, Cala-boca já Morreu
o Crispian Over

Comentários: Jacques Marcovitch, USP

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